quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Floresta Onírica
Olá pessoal estou lendo este blog e recomendo, material muito bom. http://florestaonirica.blogspot.com/.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Grupo de Estudos em Contagem
Olá, procuro interessados em participar de um grupo de estudos em contagem, ainda não tem nada definido pois preciso saber quantas pessoas vão se interessar para marcar data e hora, mas imagino que sábado a tarde por volta de 14:00 seja interessante, minha ideia é que fosse uma vez por semana, mesmo que nem todos possam ir. O conteúdo e a forma de estudo será decidida pelo grupo. Se você acha que uma vez por semana é muito esta enganado pois é até pouco, isso claro, para pessoas realmente interessadas no estudo da Arte, este grupo de estudos não tem por finalidade a formação de um Círculo ou de um Coven nem de prover iniciações.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Atualizações via Twitter
Olá, quer ser avisado quando este blog foi atualizado? Existem duas formas: Assinando o feed, que você pode colocar no favoritos do firefox ou no seu programa de email ou pode me seguir no Twitter, todas as veses que eu postar um blog será enviado um Tweet com o link.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Linguística
Eu sempre vi por todos os lados pela internet e mesmo fora dela pessoas e ate mesmo professores falando sobre religião, e explicam a palavra como vinda do verbo religare do latim, isso para mim nunca fez sentido.
Procurei na internet vários sites que tenham listas etimológicas de palavras mas nao tive muito sucesso. Recentemente porém comprei uma revista Língua Portuguesa (Ano 5 n° 59 Setembro de 2010) e nela há uma citação em um texto que fala sobre Mitos Virtuais (Pág. 20 a 22) e nela o autor (José Augusto Carvalho) fala sobre vários mitos que são propagados pela internet.
Um deles, na Pág. 21, Fala que religião nao tem nada a ver com "ligar" como em "religar" de religare e sim com "ler" fala que a raiz etmológica da palavra esta relacionada com -lig- de "diligente" ou "inteligente" ou com -leg- de "eleger", lec- de "lecionar", -lei- de "eleitor" e le- de "ler". O re- inicial é um prefixo vindo de red(i), do latim, vir, voltar, como em relíquia e reditivo. e completa: "Uma consulta ao Dictionnaire Étymologique de la Langue Latine, de ernout e Meillet atestará estas informações."
Fica ai a informação, Religião esta mais para reler (Lat. relegere) do que para religar (Lat. religare). Até porque a palavra religião vem do latim religio.
Procurei na internet vários sites que tenham listas etimológicas de palavras mas nao tive muito sucesso. Recentemente porém comprei uma revista Língua Portuguesa (Ano 5 n° 59 Setembro de 2010) e nela há uma citação em um texto que fala sobre Mitos Virtuais (Pág. 20 a 22) e nela o autor (José Augusto Carvalho) fala sobre vários mitos que são propagados pela internet.
Um deles, na Pág. 21, Fala que religião nao tem nada a ver com "ligar" como em "religar" de religare e sim com "ler" fala que a raiz etmológica da palavra esta relacionada com -lig- de "diligente" ou "inteligente" ou com -leg- de "eleger", lec- de "lecionar", -lei- de "eleitor" e le- de "ler". O re- inicial é um prefixo vindo de red(i), do latim, vir, voltar, como em relíquia e reditivo. e completa: "Uma consulta ao Dictionnaire Étymologique de la Langue Latine, de ernout e Meillet atestará estas informações."
Fica ai a informação, Religião esta mais para reler (Lat. relegere) do que para religar (Lat. religare). Até porque a palavra religião vem do latim religio.
Novo Template
Olá gente, estou de volta e com novo template, agora com a nova ferramenta do Blogger ficou fácil trocar e modificar algumas coisas no template. Comentem por favor.
Ah, a foto de fundo é de minha autoria.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Resoluções de uma bruxa
Que eu seja como a que tece o pano na floresta, profundamente escondida.
Que eu possa fazer meu trabalho sem interrupção.
Que eu seja uma exilada, se este é o sacrifício.
Que eu conheça a procissão sazonada do meu do meu espírito e do meu corpo, e possa celebrar os quartos em cruz, solstícios e equinócios.
Que cada Lua Cheia me encontre a olhar para cima, nas árvores desenhadas no céu luminoso.
Que eu possa acariciar as flores selvagens, cobri-las com as mãos.
Que eu possa libertá-las, sem apanhar nenhuma para viver em abundância.
Que meus amigos sejam da espécie que ama o silêncio.
Que sejamos inocentes e despretensiosos.
Que eu seja capaz de gratidão.
Que eu saiba ter recebido alegria, como leite materno.
Que eu isso como o meu gato, no sangue e nos ossos.
Que eu fale a verdade sobre a alegria e a dor, em canções que soem como o aroma de alecrim, como todo o dia e na antiguidade, erva forte da cozinha.
Que eu não me incline à auto-integridade e a autopiedade.
Que eu possa me aproximar dos altos trabalhos da terra e dos círculos de pedra, como raposa ou mariposa, e não perturbar o lugar mais que isso.
Que meu olhar seja direto e minha mão firme.
Que minha porta se abra àqueles que habitam fora da riqueza, da fama e do privilégio.
Que os que jamais andaram descalços não encontrem o caminho que chega a minha porta.
Que se percam na jornada labiríntica.
Que eles voltem.
Que eu me sente ao lado do fogo do inverno e veja as chamas brilhando para o que vier, e nunca tenha necessidade de advertir ou aconselhar, sem que peçam.
Que eu possa ter um simples banco de madeira, com regozijo.
Que o lugar onde habito seja coma uma floresta.
Que haja caminhos e veredas para as cavernas e poços e árvores e flores, animais e pássaros, todos conhecidos por mim e reverenciados com amor.
Que minha existência mude o mundo não mais nem menos do que o soprar do vento, ou do orgulhoso crescer das árvores.
Por isso eu jogo fora minha roupa.
Que eu possa conservar minha fé, sempre!
Que jamais encontre desculpas para o oportunismo.
Que eu saiba que não tenho opção, e assim mesmo escolha como a cantiga é feita, em alegria e com amor.
Que eu faça a mesma escolha todos os dias e de novo.
Quando falhar, que eu me conceda o perdão.
Que eu dance nua, sem medo de enfrentar meu próprio reflexo.
Desconheço a Autoria
Que eu possa fazer meu trabalho sem interrupção.
Que eu seja uma exilada, se este é o sacrifício.
Que eu conheça a procissão sazonada do meu do meu espírito e do meu corpo, e possa celebrar os quartos em cruz, solstícios e equinócios.
Que cada Lua Cheia me encontre a olhar para cima, nas árvores desenhadas no céu luminoso.
Que eu possa acariciar as flores selvagens, cobri-las com as mãos.
Que eu possa libertá-las, sem apanhar nenhuma para viver em abundância.
Que meus amigos sejam da espécie que ama o silêncio.
Que sejamos inocentes e despretensiosos.
Que eu seja capaz de gratidão.
Que eu saiba ter recebido alegria, como leite materno.
Que eu isso como o meu gato, no sangue e nos ossos.
Que eu fale a verdade sobre a alegria e a dor, em canções que soem como o aroma de alecrim, como todo o dia e na antiguidade, erva forte da cozinha.
Que eu não me incline à auto-integridade e a autopiedade.
Que eu possa me aproximar dos altos trabalhos da terra e dos círculos de pedra, como raposa ou mariposa, e não perturbar o lugar mais que isso.
Que meu olhar seja direto e minha mão firme.
Que minha porta se abra àqueles que habitam fora da riqueza, da fama e do privilégio.
Que os que jamais andaram descalços não encontrem o caminho que chega a minha porta.
Que se percam na jornada labiríntica.
Que eles voltem.
Que eu me sente ao lado do fogo do inverno e veja as chamas brilhando para o que vier, e nunca tenha necessidade de advertir ou aconselhar, sem que peçam.
Que eu possa ter um simples banco de madeira, com regozijo.
Que o lugar onde habito seja coma uma floresta.
Que haja caminhos e veredas para as cavernas e poços e árvores e flores, animais e pássaros, todos conhecidos por mim e reverenciados com amor.
Que minha existência mude o mundo não mais nem menos do que o soprar do vento, ou do orgulhoso crescer das árvores.
Por isso eu jogo fora minha roupa.
Que eu possa conservar minha fé, sempre!
Que jamais encontre desculpas para o oportunismo.
Que eu saiba que não tenho opção, e assim mesmo escolha como a cantiga é feita, em alegria e com amor.
Que eu faça a mesma escolha todos os dias e de novo.
Quando falhar, que eu me conceda o perdão.
Que eu dance nua, sem medo de enfrentar meu próprio reflexo.
Desconheço a Autoria
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